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terça-feira, 25 de agosto de 2015

Corrida com anões reacendeu debate sobre touradas


"Partidos contornam o assunto nos programas eleitorais, apenas Bloco de Esquerda e o PAN se referem publicamente às touradas.

Na semana passada um movimento pró-tourada de Viana do Castelo cancelou uma corrida com anões por o tribunal ainda não ter decidido a providência cautelar que interpôs para contestar o indeferimento municipal à instalação de uma praça amovível na cidade. Um tribunal de Braga acabaria, também, por não autorizar a construção da praça.

Esta notícia trouxe de volta a polémica em torno da tauromaquia, com algumas vozes a apelarem ao fim da “barbárie da tortura dos animais para gáudio do sadismo público”, como o caso de Vital Moreira.

“Decididamente quando é que, perante a cobarde omissão do legislador, um tribunal tem a coragem de proibir estes espetáculos de degradação humana em nome da proteção constitucional da dignidade humana?”, indagou o ex-eurodeputado do PS, através do blogue Causa Nossa.

Gabriela Canavilhas, ex-ministra da Cultura, adiantou ao jornal i que o PS não tem uma posição oficial sobre o assunto mas deixou claro que, a título pessoal, é contra as touradas.


Carta Aberta a Gabriela Canavilhas(***)

No entanto recorda que “80% dos portugueses não é a favor da extinção” desta prática e que, portanto, como a “esmagadora maioria dos portugueses está de acordo, não há razão para que seja posta em causa”.

Recorde-se que só o Bloco de Esquerda e o PAN se referem às touradas no programa eleitoral para as legislativas de 4 de outubro. Os outros partidos evitam a polémica."

http://www.noticiasaominuto.com/pais/439916/corrida-com-anoes-reacendeu-debate-sobre-touradas



"Viva la muerte" 
Manuel António Pina

Só nos faltava esta: uma ministra da Cultura para quem divertir-se com o sofrimento e morte de animais é... cultura. Anote-se o seu nome, porque ele ficará nos anais das costas largas que a "cultura" tinha no século XXI em Portugal: Gabriela Canavilhas. É esse o nome que assina o ominoso despacho publicado ontem no DR criando uma "Secção de Tauromaquia" no Conselho Nacional de Cultura. Ninguém se espante se, a seguir, vier uma "Secção de Lutas de Cães" ou mesmo, quem sabe?, uma de "Mutilação Genital Feminina", outras respeitáveis tradições culturais que, como a tauromaquia, há que "dignificar". O património arquitectónico cai aos bocados? A ministra foi ali ao lado "dignificar" as touradas. O património arqueológico degrada-se? Chove nos museus, não há pessoal, visitantes ainda menos? O teatro, o cinema, a dança, morrem à míngua? Os jovens não lêem? As artes estiolam? A ministra foi aos touros e grita "olés" e pede orelhas e sangue no Campo Pequeno. Diz-se que Canavilhas toca piano. Provavelmente também fala Francês. E houve quem tenha julgado que isso basta para se ser ministro da Cultura...

(***)Carta Aberta a Gabriela Canavilhas

MOVIMENTO INTERNACIONAL ANTI-TOURADAS
INTERNATIONAL MOVEMENT AGAINST BULLFIGHTS
MOVIMIENTO INTERNACIONAL ANTITAURINO
MOUVEMENT INTERNATIONAL ANTI CORRIDAS
www.iwab.org
IMAB@iwab.org

Exma. Senhora Deputada,

Aquando das suas declarações, em representação do grupo parlamentar do PS, relativamente à discussão da petição pela Abolição das Corridas deTouros em Portugal, foi proferida por si uma frase que consideramos espantosa. Se a memória não nos engana, a senhora afirmou e passamos a citar: "As touradas não foram instituídas nem por decreto nem por despacho e não devem ser abolidas nem por decreto nem por despacho". Astouradas não foram instituídas por decreto ou por despacho assim comomuitas outras actividades não o foram, no entanto a crer nos historiadores deste país, as touradas mesmo não tendo sido instituídas por decreto ou por despacho foram proíbidas por decretono reinado de D. Maria II.
O decreto do Governo de Passos Manuel (de 19/IX/1836) proibiu "em todo o reino as corridas de touros considerando que são um divertimento bárbaro e impróprio de nações civilizadas, e bem assim que semelhantes espectáculos servem unicamente para habituar os homens ao crime e à ferocidade".

A história está cheia de costumes/tradições (direito consuetudinário) que não foram instituídos por decretos, mas que foram proíbidos pordecreto/despacho. O que ontem era aceitável mesmo sem lei, hoje não o é e por isso temque ser proíbido ou regulado por lei.
É comum a afirmação que as mulheres são seres mais sensíveis aocontrário dos homens. Não vamos discutir se tal afirmação é ou não veraz, no entanto podemos afirmar que no que a si respeita, a senhora não demonstra qualquer sensibilidade ou empatia quando se trata de outros seres que sofrem tal como nós. A sua frieza e o seu comportamento provam que a senhora não sente o mínimo de compaixão por ninguém. Não se sinta orgulhosa do seu discurso no parlamento porque se os taurófilos o consideram brilhante e já agora nas palavras deles leal, todas as outras pessoas sensíveis e empáticas consideram-no patético e desprezível. A senhora não foi eleita para defender os interesses de uma minoria, neste caso os taurófilos, mas sim para defender os interesses da maioria dos seus eleitores. Será que aqueles que a elegeram defendem touradas? Uma minoria talvez. Mas teria a senhora sido eleita se fosse isso que tivesse para lhes oferecer? Temos a certeza que ninguém a elegiria se soubesse que a senhora iria defender o indefensável.

As suas declarações são falaciosas quando afirma que a tauromaquia não recebe subsídios e é totalmente independente do Estado e são vergonhosas quando fala em liberdade e tolerância. A indústria tauromáquica recebe milhões de subsídios dos organismos públicos destepaís e da UE e não adianta negar. Como exemplo o Governo Regional dos Açores entregou entre 2004 e 2010 mais de 2.700.000,00 milhões de euros a essa mesma indústria. É algo que a senhora deverá saber uma vez que foi entre 2008 e 2009 directora geral da cultura do Governo Regional dos Açores. Quanto à liberdade e tolerância que liberdade minha senhora? A liberdade de uns quantos se regozijarem com a torturade um ser senciente? A tolerância de continuar a permitir um espectáculo que permite a tortura de animais? Minha senhora a sua liberdade e tolerância terminam no momento em que outro ser é impedidode ter a liberdade de não ser torturado.

Todos os animais à face deste planeta, não são objectos dos quais podemos dispôr a nosso beloprazer. Com eles compartilhamos este espaço e para com eles temos deveres e sim eles têm direitos por mais que seres supostamente iluminados como a senhora continuem a negá-los. Têm o direito decoexistir connosco e têm o direito a não ser torturados eposteriormente mortos num espectáculo público degradante.

O seu discurso é de facto leal ao lobby tauromáquico mas é imoral e totalmente desprovido de ética .Nunca é tarde para mudar mas algumas pessoas, como a senhora, persistem em viver no obscurantismo.

Maria Lopes (Coordenadora)
Movimento Internacional Anti-Touradas
www.iwab.org

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

“Prótoiro” – Ceguinhos e Acéfalos


Esta gente passa a vida a vasculhar todo o tipo de artigos que pensam que podem usar para atacar aqueles que lutam contra as touradas e todo o tipo de exploração animal.

Mas o hilariante é quando na ânsia de nos atacarem, metem os pés pelas mãos e fazem figura de palhaços.

A última da “prótoiro” é de rebolar a rir. Segundo eles o PAN – Partido Animalista usou numa campanha de rua um rotweiller como animal de carga para transportar panfletos do partido. E afirmam que isso é uma forma de exploração animal e que depois da jornada o cão estava extenuado.

E publicam fotos do cão com uma espécie de mochila ás costas onde transportaria os tais panfletos.

Olhando para as ditas fotos onde eles veem um rotweiller transportando panfletos, nós vemos um cão transportando um gatinho tipo siamês.

Demo-nos ao trabalho de fazer zoom às fotos para comprovar e de facto pode ver-se perfeitamente a cabeça do gatinho que noutra foto aparece deitado ao lado do rotweiller. E é claro pelas fotos que estes dois cão e gato são grandes amigos. Parece-vos que o cão está exausto?

Eis as fotos que publicaram na página do facebook:
rotweiller e gato as costas

Além de deturpadores e cretinos ainda conseguem ser ceguinhos.

Este post da “prótoiro” devia entrar para o livro dos recordes como a maior estupidez do ano que está a findar.

Prótouro
Pelos touros em liberdade

Post original da prótoiro:




PAULO BORGES E A EXPLORAÇÃO ANIMAL!

Aqui está Paulo Borges, presidente do PAN - Partido dos Animais e da Natureza. Paulo Borges é vegano e, tal como seu partido, defende publicamente que os animais não devem ser utilizados ou explorados pelo Homem.

Mas pelos vistos há excepções...

As fotos que agora divulgamos, dizem respeito a uma acção de campanha do PAN no Porto, em Maio de 2011, e onde um pobre Rottweiler foi utilizado como animal de carga, transportando os panfletos propagandísticos do partido liderado por Paulo Borges!

O estado em que o animal ficou após a jornada de luta é, por demais, evidente!

Fica a questão: alguém perguntou ao cão se queria carregar panfletos e ajudar na campanha? Então isto não é exploração animal?

Paulo Borges gosta muito de falar em valores, em ética... Mas é para aplicar aos outros...

domingo, 19 de agosto de 2012

Viana do Castelo: Cidade anti-touradas

Na sequência das notícias vindas a público a propósito da polémica tourada em Viana do Castelo, do conhecimento do teor do despacho proferido pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga (TAFB) na sequência do exercício do direito de oposição pelo executivo de Viana de Castelo mediante o qual é concedido novo prazo à requerente comissão organizadora da corrida de touros, importa referir e deixar claro que a realização desta tourada não é o regresso da tauromaquia a Viana do Castelo.

A realização da tourada em Viana do Castelo no dia 19 é ilícita.

Com efeito, o Tribunal por via de um despacho provisório proferido em sede da providência cautelar instaurada pela comissão organizadora, sem que previamente tenha possibilitado o exercício do direito do contraditório ao Município autorizou apenas a instalação da praça amovível e não a realização da tourada.


Viana do Castelo continua “Cidade anti-touradas”

No confronto de direitos que ora se assiste, não pode deixar de ser considerado pelo TAFB o direito constitucionalmente consagrado de que Viana do Castelo tenha a sua própria identidade cultural.

Por força da deliberação do município de 27 de Fevereiro de 2009, que não foi suspensa provisoriamente pelo tribunal, e que continua a vigorar no município de Viana do Castelo, a realização de tal espectáculo não é lícita, pois não se pode confundir a autorização para a instalação do recinto, com uma autorização para a realização do espectáculo.

A realização de touradas constitui uma excepção à Lei 92/95, de 12 de Setembro (Lei de Protecção Animal), que determinou a proibição de todas as violências injustificadas contra animais (nomeadamente os actos consistentes em "utilizar chicotes com nós, aguilhões com mais de 5mm"). Deveria constituir um dever fundamental do Estado a promoção de medidas que tenham em vista a consagração do princípio geral, pugnando pela proclamação de uma existência livre de sofrimento de todos os animais humanos e não humanos.

O exemplo de Viana do Castelo, um município na senda do despertar para um novo paradigma ético e civilizacional, que deve constituir um motivo de orgulho para os portugueses, é um exemplo a seguir e conta por isso o total apoio desta Plataforma para a Abolição das Corridas de Touros que estará sempre ao lado desta cidade anti-touradas.
Vários municípios portugueses têm manifestado a sua oposição à realização deste tipo de espectáculo, como são exemplo a Maia e Chaves que já este ano rejeitaram o licenciamento de touradas no seu território.

O movimento pela abolição das touradas é imparável e representa uma vontade social inequívoca que não pode ser ignorada, e que mais cedo ou mais tarde se irá afirmar em Portugal, tal como tem vindo a acontecer noutros países.

A Plataforma para a Abolição das Corridas de Touros aproveita este momento para salientar que este episódio constitui uma vitória importante nesta causa e apela ao bom senso e serenidade de todos os abolicionistas neste momento histórico para a causa da abolição da tauromaquia, rejeitando qualquer reacção a todo o tipo de provocações que possam surgir e qualquer acto violento contra a realização do evento na freguesia da Areosa.

Convidamos ainda a população a participar na concentração pacífica de apoio ao município de Viana do Castelo, a partir das 11 horas no Jardim da Marina.
Esta acção conta já com o apoio de um número muito alargado de instituições, entre as quais a Plataforma para a Abolição das Corridas de Touros, Plataforma Galicia Mellor Sen Touradas, ANIMAL, PAN, e Fundação Franz Weber.


Plataforma para a Abolição das Corridas de Touros, 18 de Agosto de 2012

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Apoio do PAN a Viana do Castelo

Carta enviada por Paulo Borges - Presidente da Direcção Nacional do Partido pelos Animais e pela Natureza (PAN)
Lisboa, 14 de Agosto de 2012

Exmo Sr. Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo

Engº José Maria Costa

Em meu nome e enquanto presidente da Direcção Nacional do Partido pelos Animais e pela Natureza (PAN), venho manifestar o meu total apoio à sua firmeza na manutenção da decisão de não autorizar a realização de uma tourada, no dia 19, no município de Viana do Castelo, pelas razões legais apresentadas e por fidelidade à decisão do seu antecessor, o Dr. Defensor Moura, de declarar Viana do Castelo a primeira cidade livre de touradas e de espectáculos que impliquem sofrimento dos animais.

A recente tentativa da indústria tauromáquica estender estes espectáculos a regiões estranhas à sua tradição resulta do seu declínio nas regiões originalmente mais aficionadas e é a contra-ofensiva desesperada de uma minoria de lobbies que vêem esta actividade imoral cada vez mais abandonada e contestada pela população e apenas sobrevivente graças aos balões de oxigénio de uma iníqua canalização de dinheiros públicos para a sua promoção.

A luta contra a tauromaquia é transversal a orientações ideológicas e partidárias e congrega hoje todos aqueles que desejam construir uma sociedade livre de violência contra os mais fracos, sejam homens ou animais.O que está em causa é o progresso ético e civilizacional de Portugal.

Por todos estes motivos, reitero o meu inequívoco apoio à sua decisão e à firmeza de a manter e apelo às autoridades judiciais e aos poderes públicos para que não se deixem pressionar por manobras dos sectores que agem apenas por apego aos costumes mais retrógrados e cruéis da nossa vida colectiva e aos lucros e protagonismo social daí provenientes. Pelos mesmos motivos apelo também a que o apoiem as demais forças políticas, bem como todas as instituições que se assumem ao serviço da evolução ética, social e cultural.

Com os melhores cumprimentos

Paulo Borges

Presidente da Direcção Nacional do Partido pelos Animais e pela Natureza (PAN)