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terça-feira, 4 de setembro de 2012
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
Vacadas e Garraiadas
Na tauromaquia são várias as modalidades de abuso de bovinos, tanto em âmbitos privados, como em espectáculos organizados para diversão, desde touradas até garraiadas, vacadas, etc. Para quem não saiba do que se trata, pode informar-se visionando vídeos no youtube.
Sofrimento começa na captura e possível preparação do bovino para o espectáculo com acções, intervenções para enfraquecer o animal. Prossegue no transporte causador de pânico, claustrofobia, desgaste, até chegar à arena. O sofrimento prossegue aqui com susto, provocação por muita gente, ludíbrio por muita gente, violência física por muita gente, esgotamento anímico e físico, ferimentos (por vezes morte). Prossegue depois com mais violência na recolha, no transporte, etc.
Em algumas intituladas garraiadas, acontece o cravar de bandarilhas, farpas.
É fundamental argumentar científica, ética, cultural, socialmente ou seja, civilizadamente, para justificar o ponto de vista dos respeitadores dos animais e opositores da tauromaquia e, assim, contribuir para diminuir o sofrimento provocado pelo Homem sobre os animais não humanos.
É muito fácil rebater os argumentos do lobby tauromáquico, que para branquear o espectáculo cruel, faz uso de afirmações fantasiosas e não respeita o senso comum, a ciência e a ética.
Plantas são seres sem sistema nervoso, não sensientes e sem consciência.
Animais são seres dotados de sistema nervoso mais ou menos desenvolvido, que lhes permitem sentir e tomar consciência do que se passa em seu redor e do que é perigoso e agressivo e doloroso. Este facto leva-os a utilizar mecanismos de defesa.
Portanto, medo e dor são essenciais e condição de sobrevivência.
A ciência revela que a constituição anatómica, a fisiologia e a neurologia do touro, do cavalo e do homem e de outros mamíferos são extremamente semelhantes.
As reacções destas espécies são análogas perante a ameaça, o susto, o ferimento.
Eles são tanto ou mais sensíveis do que nós ao medo, ao susto, ao prazer e à dor.
Descobertas recentes confirmam que animais, muito para além de mamíferos, aves , polvos, são seres inteligentes e conscientes.
O senso comum apreende isto e a ciência confirma.
É, portanto, nosso dever ético não lhes causar sofrimento desnecessário.
"A compaixão universal é o fundamento da ética" - um belo pensamento do filósofo alemão Arthur Schopenhauer.
Na tourada, o homem faz espectáculo e demonstração da sua "superioridade" provocando, fintando, ferindo com panóplia de ferros que cortam, cravam, atravessam, esgotam, por vezes matam o touro, em suma lhe provocam enorme e prolongado sofrimento, para gozo de uma assistência que se diverte com o sofrimento de um animal, aberração designada por arte, desporto, espectáculo, tradição.
Mas nesta “arte” não são somente touros e cavalos que sofrem.
São muitas as pessoas conscientes e compassivas, que por esta prática de violência e de crueldade se sentem extremamente preocupadas e indignadas e sofrem solidariamente e a consideram anti educativa, fonte de enorme vergonha para o país, atentório de reputação internacional, obstáculo dissuasor do turismo de pessoas conscientes, que se negam a visitar um país onde tais práticas, que consideram "bárbaras", acontecem!
Muitos turistas aparecem nestes espectáculos por engano e por curiosidade.
De lá saem impressionados e pensando muito negativamente sobre estes costumes sustentados por gentes portuguesas, neste nosso permissivo país.
Vacadas e garraiadas contribuem para habituar e viciar crianças e adultos ao abuso cruel exercido sobre animais, o que pode espevitar o gosto por mais violência do género e tornar-se moda. Portanto, não devem sequer realizar-se onde não são novidade e, muito menos, em sítios onde não existe tradição, como é o caso de Estoi, freguesia de Faro, na sua Feira do Cavalo.
A utilização de animais juvenis submetidos à violência de multidões, não pode ser branqueado e bagatelizado como “espectáculo que não tem sangue e é só para as crianças se divertirem". Mesmo que não tenha sangue, é responsável por muito sofrimento dos animais e contribui para a insensibilização de pessoas, principalmente de crianças, e para o gosto pela cruel tauromaquia. É indissociável de futilidade, sadismo, covardia.
Provavelmente, até serve a estratégia dos tauromáquicos visando a manutenção e a expansão da tauromaquia.
Vasco Reis,
médico veterinário
Aljezur
21.08.2012
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
TESTEMUNHO DA PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO ANMIMAL
"A Associação ANIMAL distinguiu o Dr. Defensor Moura com o "Prémio António Maria Pereira dos Direitos dos Animais" por, como Autarca, ter adquirido e encerrado a Praça de Touros e ter proibido as touradas no município, declarando Viana do Castelo a primeira "cidade anti-touradas" do país.
Com esta sua corajosa decisão o Dr. Defensor Moura deu um responsável e valioso contributo para o fim dos espectáculos de tortura e sacrifício de animais em Portugal, só para divertimento de alguns, manifestando exemplarmente o seu respeito pelos direitos dos animais, no exercício de funções públicas.
Rita Silva - Presidente da Associação ANIMAL."
domingo, 30 de dezembro de 2007
Anti-touradas
Anúncio anti-tourada censurado em Portugal
- Isto? Isto são tradições antigas...
- Já os avós dos nossos avós os faziam, faz parte da nossa herança cultural, dos nossos costumes.
- Deixar de o fazer é renegar o nosso passado, a nossa história!
- Além disso quem não gosta pode sempre olhar pro lado e não ver.
- Mas por favor respeitem quem gosta destes costumes. Não vamos privar aqueles que apreciam só porque alguns discordam ou acham isto bárbaro!"
O sofrimento NÃO pode fazer parte das nossas tradições!
Evento de Wrestling contra as touradas, uma colaboração entre a Associação Acção Animal e Wrestling Portugal, que ocorreu no dia 7 de Outubro de 2007, na Alameda D. Afonso Henriques, Lisboa
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