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segunda-feira, 4 de agosto de 2014

O arrancar das farpas na "corrida à portuguesa" na RTP.



- Imagem de arquivo da RTP, extraída dum segmento do programa "Voz do Cidadão" emitido em 18 de Janeiro (http://www.rtp.pt/play/p1300/e141093/voz-do-cidadao).
Omitiram o som dos gritos que os touros dão nessa parte da tourada que poucos vêem.

É um dos actos ocultos das cruéis torturas feitas aos bovinos nas touradas. Um novo corte, feito à navalhada, com total indiferença à dor provocada, sem anestesiantes ou curativos. A seguir os animais esperam, são encaminhados numa viagem para a morte num matadouro, viagem e espera que podem tardar vários dias e longas distâncias.

Não, claro que não preferimos que o touro seja morto na arena, muito pelo contrário: os touros não devem de ir às arenas. E não deve continuar a excepcional tolerância legal a que sejam espetados com farpas ou com quaisquer outros instrumentos ou humilhações para divertimento de público. Não há motivo para que tais absurdos sejam tolerados, muito menos promovidos a actividade decente, quando está à vista que não o é.

Abolição Tauromaquia Basta de Touradas

Até quando vamos continuar a permitir que a estação de televisão de todos/as nós continue ao serviço da tauromaquia? Se nunca demonstrou a sua indignação, pode fazê-lo em:
http://www.rtp.pt/wportal/grupo/provedor_tv/enviarmensagem.php

#LosTorosTieneDerechoAVivir #tauromaquia #corrida#portuguesa #tourada #JuegoSucioTaurino #festabrava#tauromafia #Portugal #RTP #Provedor#NoAlMaltratoAnimal #ElToroSíSufre #marcaEspaña#TorosLibres #CaballosLibres #Antitauromaquia#Activismo #Taurino #Torero #Toros #Touros #Toiros#Toiro #FueraLaMAFIA #Anticorrida

Juventude anti-tourada Portugal & Mundo

sábado, 24 de maio de 2014

O Duplo Sofrimento dos Touros


Depois do longo sofrimento que os touros padecem durante as touradas, outro tipo de sofrimento os espera até serem mortos num qualquer matadouro.

Nos curros da praça, e longe dos aficionados que bateram palminhas e gritaram olés ao sofrimento animal e que se estão nas tintas para o que acontece depois, estes animais voltam a sofrer quando lhes são arrancadas as bandarilhas:



Extremamente debilitados pela dose dupla de sofrimento, são encaminhados para o camião que os levará ao seu destino final, destino esse que eles pressentem.

Atenção, o audio/vídeo que se segue, contém sons que podem ferir a sensibilidade de muitos dos nossos leitores:



E se mais provas fossem necessárias, o ex-presidente da câmara municipal da Azambuja, num comentário postado no facebook, comprova o atrás afirmado, mesmo tendo em conta que o mesmo foi feito porque é um defensor de touradas com a morte do animal na arena.


Por muito que a indústria tauromáquica continue a vomitar aberrações tais como os touros têm uma vida de rei, não sofrem assim tanto, etc., a verdade é que este negócio lhes enche os bolsos e lhes permite viver à tripa forra, comprar montados e criar mais e mais animais, porque sabem que à parte do lucrativo negócio da venda dos mesmos, ainda vão receber subsídios estatais, europeus e camarários.

Tudo o que envolve tauromaquia é um asco, um vómito, um universo de gente atrofiada, que começa nos ganadeiros, passa pelos “artistas”, empresários tauromáquicos e aficionados para terminar nos políticos que se deixam corromper prometendo que jamais permitirão a abolição do espectáculo.

Só erradicando este cancro que assola o país poderemos evoluir.

Prótouro
Pelos touros em liberdade

domingo, 18 de maio de 2014

Bestiais Farpas portuguesas:



Dr. Francisco Flores in "Um Documentário Bestial".
 http://youtu.be/2w2bDOiouT4


Artigo 43º do Regulamento do Espectáculo Tauromáquico
Ferragem
1 - A ferragem destinada à lide de touros e novilhos obedece às características seguintes:

a) As bandarilhas devem medir 70 cm de comprimento, ser enfeitadas com papel de seda de variadas cores e rematadas com um ferro de 8 cm, com um arpão de 4 cm de comprimento e 20mm de largura;

b) As farpas ou ferros compridos e os ferros curtos devem medir, respectivamente, 140 cm e 80 cm de comprimento, com ferragem idêntica à da bandarilha, mas com dois arpões, e ser enfeitados e rematados da mesma forma que as bandarilhas.

2 - As bandarilhas a colocar a duas mão pelo cavaleiro devem medir 90 cm de comprimento.

3 - Os ferros compridos devem partir de modo que 35 cm fiquem na rês e o restante na mão do cavaleiro.

4 - A ferragem a utilizar na lide de garraios ou vacas deve ser enfeitada da mesma forma que as bandarilhas e rematada com um ferro que não exceda 3 cm de comprimento, com arpão até 1 cm de largura.

5 - ...


Juventude anti-tourada Portugal & Mundo