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sábado, 27 de agosto de 2016

Quando a corrida acaba....

... a TORTURA continua ... e os carrascos saem impunes!!!
Campo Pequeno, 3/6/2011, 01:12 da madrugada.

"A SIC exibiu  um documentário sobre o que se passa na retaguarda das touradas.
Quando chegou à fase final do arranque das farpas o funcionário da praça não permitiu a filmagem por a considerar demasiado impressionante. Mas pudemos ouvir os horrendos uivos de dor que o animal emitia do seu caixote exíguo e que eram de fazer gelar o sangue dos telespectadores."
 in "Ética e touradas"

terça-feira, 17 de junho de 2014

Cavaleiro acusado de abalroar manifestantes antitourada não vai a julgamento

A 'coragem' do cavaleiro
Por Henrique Monteiro

O Juízo de Instrução Criminal (JIC) de Aveiro decidiu não levar a julgamento o cavaleiro tauromáquico Marcelo Mendes, que terá investido com o cavalo contra vários manifestantes antitourada na Murtosa, em Setembro de 2012, informou hoje fonte judicial.

O cavaleiro estava acusado pelo Ministério Público (MP) da prática de um crime de coacção na forma tentada, mas o juiz de instrução decidiu não pronunciar o arguido, por falta de provas.

"Em julgamento o arguido seria certamente absolvido ou, pelo menos, a absolvição seria muito mais certa que a condenação", lê-se no despacho de não pronuncia, a que a Lusa teve hoje acesso.

Depois de ouvir o cavaleiro acusado e as várias testemunhas, durante a fase de instrução, o juiz concluiu que se viveram momentos de "muita tensão", com "apupos, injurias e arremesso de vários objectos".

Nestas condições, o magistrado considerou "verosímil" a tese do arguido, que alegou que a investida aconteceu não por sua vontade, mas apenas porque o cavalo se assustou.

"Apesar de se tratar de um animal altamente treinado e habituado a situações de stress, não deixamos de estar perante um animal irracional, pelo que admitimos como possível que, no caso concreto, o cavalo se tenha assustado com as palavras de ordem gritadas pelos manifestantes e com os objetos arremessados e, por esse motivo, tenha investido contra as pessoas presentes sem que o arguido o tenha conseguido controlar", referiu o juiz.

O caso ocorreu em Setembro de 2012, quando o cavaleiro, de 29 anos, alegadamente investiu com o cavalo sobre um grupo de manifestantes que protestava no exterior da praça de touros improvisada, contra a realização de uma tourada na praia da Torreira.

Na sequência dos acontecimentos, a Associação Animal, que tinha dois elementos da direcção no local, apresentou queixa na GNR da Murtosa contra o cavaleiro, afirmando que se viveram "momentos de pânico".

"As pessoas tiveram que fugir para não serem feridas pelo animal que era conduzido para cima delas", relatou a associação, acrescentando, contudo, que "não houve nenhum dano físico de maior".

Marcelo Mendes alegou que os participantes na manifestação "projectaram pedras e peças de fruta contra o cavalo", facto que o deixou "nervoso e difícil de controlar", uma versão contrariada pelos manifestantes que afirmaram que o cavaleiro investiu contra eles "de forma deliberada".

A tourada, que se realizou numa praça de touros improvisada junto ao parque de campismo, contou com os cavaleiros Joaquim Bastinhas, Brito Paes e Marcelo Mendes, estando as pegas a cargo dos forcados Amadores de Cascais e de Coimbra.

O evento gerou na altura uma onda de contestação na internet com mais de 300 pessoas a assinar uma petição a condenar a realização deste tipo de iniciativas na Murtosa, alegando que o concelho "não tem, nem nunca teve, tradição de touradas".

Fonte Publico

O pior acabou por acontecer, durante a manifestação pacífica, contra a corrida de touros, na Torreira, no dia 2 de Setembro. Um grupo de manifestantes, que protestava contra a realização da tourada, foi atacado por Marcelo Mendes, um dos cavaleiros convidados pela organização para esta corrida de touros. O insólito aconteceu quando o Ribeirinhas estava a entrevistar Mariana Pinho, uma das responsáveis da manifestação. Ao fim de alguns segundos, Marcelo Mendes investe com o seu cavalo sobre os manifestantes.


"Mas por vezes as pessoas argumentam que os touros sofrem… quer dizer… não sei se os touros sofrem,… o que é um facto é que os touros começam a ser lidados e nós cravámos dois, três ferros compridos e os touros investem sempre sobre o castigo.

Portanto, se um touro… se nós dermos um pontapé a um cão, o cão a seguir vai fugir e não vai voltar a levar outro, não é? Portanto, está provado, que o castigo que os touros sofrem, não… quer dizer, sofrem… ou que os touros estão sujeitos, não os faz sofrer, assim tanto como as pessoas pensam apesar de ver o sangue a correr… eu creio que é isto… que é que eu posso acrescentar mais?"
http://abolicionistastauromaquiaportugal.blogspot.pt/2012/09/eis-um-case-study.html


http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=583988&tm=8&layout=122&visual=61

https://www.facebook.com/events/410098062379896/414302955292740/

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Património Cultural Imaterial


Mais de trinta municípios elegem a tauromaquia como Património Cultural Imaterial, e poucas, como é o caso de Viana-do-Castelo, declaram ser anti-touradas.
Os espetáculos com touro bravo têm casa cheia mas continuam a gerar contestação e manifestações acesas.
Neste Biosfera, discute-se o futuro da arte tauromáquica em Portugal.
http://www.rtp.pt/programa/tv/p24778/c98184

domingo, 14 de outubro de 2012

E para que não haja dúvidas, aqui fica um vídeo feito pelos nossos caros amigos aficcionados. Atentem principalmente na parte do "Espaço para a Natureza". Agora venham cá outra vez desmentir que o touro de lide é um animal resultante de um processo longo de selecção artificial e que a experiência na sua criação nada ou pouco permite aprender em concreto acerca da natureza ou instinto do animal em si.

 

terça-feira, 4 de setembro de 2012

"O touro bravo, fera negra, símbolo da morte e do medo, olhava-nos arrogante e valente. Aprendi a admirá-lo" (*)

por Miguel Marques
"Como é que dizia o Moita Flores? "A besta negra que nos olha com arrogância"...era algo assim não era?

O perigo a que está submetido este ganadeiro, completamente cercado por bestas negras e até arrogantes, é tal que até impressionam as imagens!

Vamos organizar a semântica de forma a isto ser devidamente interpretado pelos aficionados: O touro investe por instinto...mas acontece que quando não se depara com uma situação de perigo, faltam-lhe os estimulos para esse tal instinto."



in Fórum Prós e Contras - Tauromaquia

(*) Moita Flores

Eis um "case study"!

Note-se o que acontece quando se troca cultura por tortura:



Vale a pena ouvir esta curta entrevista do valente cavaleiro que investiu contra cidadãos pacíficos, para avaliar o que vai na cabeça destas pessoas:
"Eu penso que é uma tradição secular, temos de mantê-la, há várias,… nós… eu penso que é um pouco o intuito do povo português perder aquilo que é nosso… imitarmos os outros, e enquanto que devia ser ao contrário… e eu creio que… não podemos deixar nós, eu e outras pessoas como eu, que estão directamente ligadas à festa, que isso aconteça.
Mas por vezes as pessoas argumentam que os touros sofrem… quer dizer… não sei se os touros sofrem,… o que é um facto é que os touros começam a ser lidados e nós cravámos dois, três ferros compridos e os touros investem sempre sobre o castigo.

Portanto, se um touro… se nós dermos um pontapé a um cão, o cão a seguir vai fugir e não vai voltar a levar outro, não é? Portanto, está provado, que o castigo que os touros sofrem, não… quer dizer, sofrem… ou que os touros estão sujeitos, não os faz sofrer, assim tanto como as pessoas pensam apesar de ver o sangue a correr… eu creio que é isto… que é que eu posso acrescentar mais?

Eu acho, na minha opinião isto acaba por ser o essencial…"

Cavaleiro Marcelo Mendes(*)


Brilhante!
(*)
Tauricida!
Torcionário!
Lixo humano com alta toxicidade mental, amorfo, contaminador social!!!


"O mundo é um lugar perigoso de se viver, não por causa
daqueles que fazem o mal, mas sim por causa daqueles que
observam e deixam o mal acontecer."

Albert Einstein

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

VOCÊ NA TV: TOURADA DE VOLTA A VIANA DO CASTELO


Em 2009 a Câmara Municipal de Viana do Castelo decidiu proibir a realização de corridas de touros no concelho. A cidade e respectivo concelho assumiam-se então como anti-touradas. Três anos depois uma decisão do Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga viabilizou a realização de uma corrida de touros no passado domingo, na freguesia da Areosa (Viana do Castelo). A decisão dividiu vianenses e lançou de novo a discussão sobre o tema da corrida de touros em Portugal.

Na semana passada, a Prótoiro realizou uma tourada após decisão a favor do tribunal, tendo gerado a polémica.

Clique aqui e assista ao vídeo

Comentários no mural de Manuel Luís Goucha

https://www.facebook.com/manuelluisgouchatvi/posts/449982065025135

https://www.facebook.com/manuelluisgouchatvi/posts/450295758327099

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Manifestação Anti-tourada - Viana 19 de agosto 2012 (vídeos)



A manifestação contra a tourada em Viana do Castelo juntou mais de 300 pessoas, destacando-se claramente como a maior já organizada fora de Lisboa nos últimos anos.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Corrida de touros realizou-se em Viana do Castelo apesar dos protestos da autarquia e população




Sob um coro de protestos, mas realizou-se a corrida de touros, em Viana do Castelo, e nem mesmo a presença da polícia junto à praça, evitou alguns confrontos.

domingo, 19 de agosto de 2012

Ex-autarca acusa Governo de não respeitar vontade de Viana do Castelo contra touradas


Em Viana do Castelo protesta-se contra a corrida de touros desta tarde. Decorre uma manifestação organizada por três entidades, entre elas a Plataforma Anti Touradas. A contestação acontece depois do Tribunal Administrativo de Braga ter autorizado a realização da tourada, contrariando a decisão da Câmara Municipal. O ex-presidente da Câmara de Viana do Castelo, Defensor de Moura, acusa o Governo de não estar a respeitar a vontade da autarquia e dos cidadãos.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Viana do Castelo, a polémica


A CM pode decidir internamente que não permitem touradas no seu concelho.
Se decidirem fazer uma tourada em casa ou assim, a câmara não pode fazer nada porque é uma actividade legal, mas a Câmara pode decidir que não quer em espaços/terrenos públicos, nem permitir publicidade nem nada.
Basta a Câmara querer e PODE RECUSAR o licenciamente com pressupostos de que não quer determinada actividade no concelho porque acha que não favorece a imagem da autarquia, ou vai contra o respeito pelos direitos dos animais; a defesa dos direitos dos animais, não é compatível com a realização de espectáculos de tortura, que provocam sofrimento injustificado.

Indeferimento da tourada em Viana do Castelo


Câmara não autoriza tourada mas promotores mantêm espetáculo
Viana do Castelo é município «antitouradas» e indeferiu pedido. Organização garante que haverá corrida de touros a 19 de agosto

A Câmara de Viana do Castelo indeferiu o pedido de organização de uma tourada naquela cidade, que aboliu este tipo de espetáculo, alegando não existirem condições, mas os promotores mantém a intenção de a realizar.

A tourada está prevista para 19 de agosto e na base da decisão do município, além da proibição decretada em 2009 à realização deste tipo de espetáculos, esteve ainda a «falta de condições», do ponto de vista do ordenamento do território, relativamente ao local escolhido pelos promotores.

«Não reunia condições porque é um terreno que está em Rede Natura, Reserva Ecológica Nacional e Reserva Agrícola Nacional. Indeferimos o pedido e já informámos as autoridades dessa decisão», explicou à agência Lusa o presidente da autarquia, José Maria Costa, nesta quarta-feira.

O pedido apresentado à câmara solicitava a instalação, em terrenos da freguesia de Areosa, Viana do Castelo, de uma arena amovível, sendo o evento organizado pela federação «Pró-Toiro», que reúne várias associações e representantes da atividade tauromáquica em Portugal.

Recorde-se que o executivo camarário, liderado ainda por Defensor Moura, aprovou a 27 de fevereiro de 2009 a proibição de realização de touradas em Viana do Castelo, transformando o município em «antitouradas», em defesa dos direitos dos animais e alegando não existir «qualquer tradição» tauromáquica no concelho.

Contactado pela Lusa, Diogo Costa Gomes, presidente da comissão executiva da «Pró-toiros», admitiu que já esperava esta decisão.

«Temos tido várias reuniões com a Câmara e desde a primeira hora que nos disseram que a festa não ia acontecer. Mas é uma decisão ilegal, que vamos contestar de todas as formas possíveis, porque a vontade do município não se pode sobrepor à Lei da Nação», apontou.

Face à declaração «antitouradas» e à aquisição da Praça de Touros pelo município, por 5.127 euros, também em 2009, há três anos que não se realizam espetáculos tauromáquicos no concelho.

«O que se passa em Viana do Castelo é uma censura e um fascismo cultural. A tauromaquia é um espetáculo legal, que está definido na Lei como um espetáculo Cultural e que não pode estar dependente da vontade de presidentes de Câmara», argumentou o dirigente da «Pró-Toiros».

Apesar deste indeferimento, Diogo Costa Gomes garante que haverá corrida de touros, a qual já tem o cartaz definido mas que «para já fica em segredo».

«Se Portugal for um Estado de Direito, no dia 19 de agosto haverá corrida. Se for um regime em que uma câmara pode impor uma ditadura cultural, aí sim, não teremos festa», rematou.

Câmara de Viana indeferiu pedido para realização de tourada mas promotores mantêm espetáculo


Câmara de Viana indeferiu pedido para realização de tourada mas promotores mantêm espetáculo


Tourada da polémica em Viana do Castelo
Federação PróToiro considera que o que se passa na cidade "é uma censura e um fascismo cultural".

A Câmara de Viana do Castelo indeferiu o pedido de organização de uma tourada na cidade, alegando não existirem condições. Apesar da decisão da autarquia, os promotores mantêm a intenção de realizar o evento.

A tourada está prevista para 19 de Agosto e na base da decisão do município, além da proibição decretada em 2009 à realização deste tipo de espectáculos, esteve ainda a "falta de condições" do ponto de vista do ordenamento do território.

"Não reunia condições, porque é um terreno que está em rede natura, reserva ecológica nacional e reserva agrícola nacional. Indeferimos o pedido e já informámos as autoridades dessa decisão", explicou o presidente da autarquia, José Maria Costa.

O pedido apresentado à Câmara solicitava a instalação, em terrenos da freguesia de Areosa, Viana do Castelo, de uma arena amovível, sendo o evento organizado pela Federação PróToiro, que reúne várias associações e representantes da actividade tauromáquica em Portugal.

O executivo camarário, na altura liderado por Defensor Moura, aprovou a 27 de Fevereiro de 2009 a proibição de realização de touradas em Viana do Castelo, transformando o município em "anti-touradas", em defesa dos direitos dos animais e alegando não existir "qualquer tradição" tauromáquica no concelho.

Face à declaração "anti-touradas" e à aquisição da Praça de Touros pelo município, por 5.127 euros, também em 2009, há três anos que não se realizam espectáculos tauromáquicos no concelho.

"O que se passa em Viana do Castelo é uma censura e um fascismo cultural. A tauromaquia é um espectáculo legal, que está definido na lei como um espectáculo cultural e que não pode estar dependente da vontade de presidentes de Câmara", argumenta a Federação PróToiro.

Tribunal Administrativo contraria decisão de Viana do Castelo que impedia realização de tourada

Vai mesmo haver tourada em Areosa, Viana do Castelo, o Tribunal Administrativo de Braga autorizou a montagem de uma praça de touros, amovível, naquela localidade, para uma corrida agendada para dia 19. Esse pedido tinha sido recusado pela Câmara, na passada terça-feira, mas a Prótoiro - Federação Portuguesa das Associações Taurinas interpôs uma providência cautelar. A autarquia, que aboliu as corridas de touros em 2009, indeferiu o pedido da Prótoiro, alegando falta de condições, do ponto de vista do ordenamento do território e do local escolhido pelos promotores do espetáculo, já que o terreno "está em Rede Natura, Reserva Ecológica Nacional e Reserva Agrícola Nacional". Mas o Tribunal Administrativo de Braga entendeu que estaria em perigo o exercício de um direito cultural, pelo que autorizou a instalação da praça de touros.

Tribunal autoriza montagem de praça de touros em Viana do Castelo recusada pela autarquia
O Tribunal Administrativo de Braga autorizou a montagem de uma praça de touros em Areosa, no concelho de Viana do Castelo. A decisão vai contra a posição da Câmara Municipal de Viana, que recusou o pedido inicial da Federação Portuguesa das Associações Taurinas.
Face a esta recusa da Câmara, foi interposta uma providência cautelar e agora o tribunal deu luz à instalação da praça para a corrida, que se realiza no próximo dia 19.

O tribunal de Braga entendeu que estaria em perigo o exercício de um direito cultural.

Já a Câmara Municipal alega que há falta de condições para a realização do espectáculo e que o terreno escolhido faz parte de uma reserva natural.

A tourada foi abolida em Viana do Castelo em 2009 e desde aí que não se realizam espetáculos tauromáquicos no concelho.



Tribunal autoriza montagem de praça de touros em Viana do Castelo

O Tribunal Administrativo de Braga autorizou nesta sexta-feira a montagem de uma praça de touros, amovível, em Areosa, concelho de Viana do Castelo, para uma corrida a realizar a 19 de Agosto, após a recusa do município.

A Prótoiro - Federação Portuguesa das Associações Taurinas interpôs uma providência cautelar, depois de, na terça-feira, a Câmara Municipal de Viana do Castelo ter recusado um pedido de instalação da praça de touros em terrenos municipais, em Areosa.

Em declarações à agência Lusa, o presidente da comissão executiva da Prótoiro, Diogo Costa Monteiro, disse que o tribunal “entendeu que estaria em perigo o exercício de um direito cultural”, pelo que “autorizou a instalação da praça”.

A realização da corrida, adiantou, já tinha sido autorizada na semana passada pela Inspecção-geral das Actividades Culturais.

A Lusa procurou, sem sucesso até ao momento, confrontar o presidente da Câmara de Viana do Castelo, José Maria Costa, com a deliberação que, para a Federação Portuguesa das Associações Taurinas, “vem pôr termo à prepotência e à ilegalidade das decisões camarárias no que às touradas diz respeito”.

A Câmara de Viana do Castelo, que aboliu as corridas de touros em 2009, indeferiu o pedido da Prótoiro, alegando falta de condições, do ponto de vista do ordenamento do território, do local escolhido pelos promotores do espectáculo, já que o terreno “está em Rede Natura 2000, Reserva Ecológica Nacional e Reserva Agrícola Nacional”.

Face à declaração “antitouradas”, em defesa dos direitos dos animais, e à compra da antiga Praça de Touros de Viana do Castelo pelo município, também em 2009, não se realizam espectáculos tauromáquicos no concelho há três anos.

A Câmara de Viana do Castelo aboliu as corridas de touros em 2009



Tribunal autoriza tourada em Viana

Câmara considera-se «antitouradas» e não tinha permitido realização do espetáculo (vídeo)


Tribunal autoriza tourada em Viana contra câmara
Município considera-se «antitouradas» mas corrida está marcada para 19 de agosto, na Areosa
O Tribunal Administrativo de Braga autorizou a montagem de uma praça de touros, amovível, em Areosa, concelho de Viana do Castelo, para uma corrida a realizar a 19 de agosto, após a recusa do município, anunciou a Prótoiro.

A Prótoiro - Federação Portuguesa das Associações Taurinas interpôs uma providência cautelar, depois de, na terça-feira, a Câmara Municipal de Viana do Castelo ter recusado um pedido de instalação da praça de touros em terrenos municipais.

Em declarações à agência Lusa, o presidente da comissão executiva da Prótoiro, Diogo Costa Monteiro, disse que o tribunal «entendeu que estaria em perigo o exercício de um direito cultural», pelo que «autorizou a instalação da praça».

A realização da corrida, adiantou, já tinha sido autorizada na semana passada pela Inspeção-Geral das Atividades Culturais.

Para a Federação Portuguesa das Associações Taurinas, esta deliberação «vem pôr termo à prepotência e à ilegalidade das decisões camarárias no que às touradas diz respeito».

A Câmara de Viana do Castelo, que aboliu as corridas de touros em 2009, indeferiu o pedido da Prótoiro, alegando falta de condições, do ponto de vista do ordenamento do território, do local escolhido pelos promotores do espetáculo, já que o terreno «está em Rede Natura, Reserva Ecológica Nacional e Reserva Agrícola Nacional».

Face à declaração «antitouradas», em defesa dos direitos dos animais, e à compra da antiga Praça de Touros de Viana do Castelo pelo município, também em 2009, não se realizam espetáculos tauromáquicos no concelho há três anos.

O autarca de Viana do Castelo garante, agora, que vai «agir em conformidade», mas ainda desconhece qualquer decisão judicial autorizando a instalação de uma arena amovível para a realização da corrida de touros na cidade.

«Até ao momento não recebemos qualquer decisão nesse sentido. Na segunda-feira vamos fazer um ponto de situação e agir em conformidade», disse à agência Lusa o autarca José Maria Costa, neste sábado.


Autarca desconhece decisão judicial que autoriza arena
O autarca de Viana do Castelo garante que vai "agir em conformidade", mas ainda desconhece qualquer decisão judicial autorizando a instalação de uma arena amovível para a realização de uma corrida de touros na cidade.
"Até ao momento não recebemos qualquer decisão nesse sentido. Na segunda-feira vamos fazer um ponto de situação e agir em conformidade", disse à agência Lusa o autarca José Maria Costa.
JN

Autarca desconhece decisão judicial que autoriza arena
CM


Tribunal Administrativo contraria decisão de Viana do Castelo que impedia realização de tourada
11 Ago, 2012,



Tribunal contraria decisão da autarquia de Viana do Castelo que impedia a realização de tourada
12 Ago, 2012



Associação vai recorrer da decisão que aboliu touradas em Viana do Castelo
Polémica começou quando Defensor de Moura era o presidente da autarquia. O executivo camarário aprovou, a 27 de Fevereiro de 2009, a proibição de realização de touradas em Viana do Castelo.
Depois de os tribunais terem permitido a realização de uma tourada em Viana do Castelo, marcada para 19 de Agosto, a associação PróToiro vai novamente recorrer à Justiça. "É uma vitória, mas ainda não chega", diz Diogo Monteiro.

O presidente da associação PróToiro garante que, logo depois da corrida de touros de dia 19, vai avançar com uma acção em tribunal para tentar anular a deliberação camarária que, em 2009, aboliu as touradas na cidade.

"A Câmara não autorizou pura e simplesmente por birra pessoal. É muito simples. O antigo presidente da Câmara acordou um dia e disse 'como não gosto de touradas, não se vão fazer touradas'”, critica Diogo Monteiro.

O presidente da associação PróToiro argumenta que "o actual presidente [José Maria Costa], como, infelizmente, teve de votar a favor, porque fazia parte da vereação do anterior presidente, tem agora um problema político em mão, porque não podia voltar com a palavra atrás".

Mas, defende Diogo Monteiro, "reconhecer o erro não é sinal de fraqueza - é sinal de inteligência". "Como ele não o quis fazer, o tribunal fez por ele."

O presidente da autarquia de Viana do Castelo, José Maria da Costa, remete a sua posição para uma conferência de imprensa, a realizar durante esta segunda-feira.

A polémica começou quando Defensor de Moura era o presidente da autarquia. O executivo camarário aprovou, a 27 de Fevereiro de 2009, a proibição de realização de touradas em Viana do Castelo, transformando o município em "anti-touradas", "em defesa dos direitos dos animais" e alegando não existir "qualquer tradição" tauromáquica no concelho.

Face à declaração "anti-touradas" e à aquisição da Praça de Touros pelo município, por 5.127 euros, também em 2009, há três anos que não se realizam espectáculos tauromáquicos no concelho.


Actualização relativamente a Viana do Castelo:
Caras/os apoiantes da ANIMAL, a informação que vos podemos adiantar para já é de que a ANIMAL está, em conjunto com o executivo camarário, a tentar reverter o actual cenário. Por favor continuem a enviar as vossas mensagens de apoio ao Presidente da Câmara. Logo que possamos publicar mais alguma notícia fá-lo-emos. Até lá, por favor confiem que estamos a fazer o melhor que podemos e sabemos.


E por favor divulguem esta informação. Acreditamos que, nesta situação em particular, está contra-indicada qualquer manifestação de rua.

A CM de Viana do Castelo enviou hoje "o recurso" à decisão judicial e temos muito boas razões para acreditar que há fundamentação para que "os animais vençam"! O departamento jurídico da CMVC fez o melhor trabalho possível, creiam. Entretanto, o Presidente da Câmara deu hoje uma conferência de imprensa a este respeito, onde também participaram membros de uma recém-criada Plataforma contra as touradas.

Para já, o que vos pedimos é que escrevam à imprensa demonstrando apoio à Câmara de Viana e o desejo de que aquela se mantenha "Cidade Anti-Touradas".

Por favor queiram fazê-lo para:
bomdiaportugal@rtp.pt
agenda.informacao@rtp.pt
telejornal@rtp.pt
jornaldatarde@rtp.pt
jornal2@rtp.pt
sicnoticias@sic.pt
agenda@sic.pt
redaccao@sic.pt
dinformacao@lusa.pt
redaccao@lusa.pt
sociedade@lusa.pt
agenda@lusa.pt
lusatv@lusa.pt
sociedade@publico.pt
agenda@publico.pt
nacional@publico.pt
redaccao@publico.pt
dnot@dn.pt
agenda@dn.pt
nacional@dn.pt
sociedade@dn.pt
webmaster@dn.pt
grandelisboa@jn.pt
sociedade@jn.pt
pais@jn.pt
secretaria@jn.pt
agenda@jn.pt
agendalisboa@jn.pt
reportagem@correiomanha.pt
geral@correiomanha.pt
redaccao@correiomanha.pt
redaccao@globalnoticias.pt
silva.pires@globalnoticias.pt
editor@metroportugal.com
metro@metroportugal.com
destak@destak.pt
alerta@destak.pt
agenda.tvnet@gmail.com
agenda@24horas.com.pt
secretariado@24horas.com.pt
redaccao@24horas.com.pt
expresso@expresso.pt
agenda@expresso.pt
agenda@mail.expresso.pt
info@mail.expresso.pt
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agenda@sol.pt
jornal@semanario.pt
visao@edimpresa.pt
visaoonline@edimpresa.pt
redaccao@sabado.investec.pt
editor@sabado.investec.pt
informacao@sabado.investec.pt
portugaldiario@iol.pt
secretaria@noticiasdamanha.net
info@itspress.com
reporterjr@jornaldaregiao.pt
diario.digital@mail.telepac.pt
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agenda@tsf.pt
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tsfnoticias@lusomundo.net
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agenda3@programas.rdp.pt
antena1@rdp.pt
agenda1@rdp.pt
rdp@rdp.pt
informacao@rdp.pt
mail@rfm.pt
info@radiocomercial.clix.pt
info@rr.pt
mail@rr.pt
webmaster@rr.pt
mail@mega.fm
geral@rna.pt
programas@radioeuropa.fm
agendainformacao@rdp.pt
info@destakes.com
online@sol.pt
courrier@courrierinternacional.com.pt
vitorquental@sic.pt

Com Cc para: campanhas@animal.org.pt

(Por favor não estranhem que alguns e-mails voltem para trás; por vezes acontece com e-mails dos media)

Depois de ter sido dado provimento à providência cautelar interposta pela Federação "Protoiro" relativamente à tourada prevista para acontecer em Viana do Castelo, a ANIMAL soube que a Câmara Municipal está hoje a decidir o que fazer quanto a este assunto. É muito importante que, neste momento, nos juntemos para dar força ao executivo municipal de Viana, nomeadamente ao Presidente. Por favor tire um pouco do seu tempo e escreva para cmviana@cm-viana-castelo.pt pedindo ao Presidente que pondere recorrer da decisão judicial. Estamos com Viana!

https://www.facebook.com/ONGANIMAL/



Câmara de Viana garante que "não haverá tourada" a 19 de agosto por violação do PDM



Viana do Castelo, 13 ago (Lusa) - A câmara de Viana do Castelo deduziu hoje oposição à decisão do tribunal que autoriza a instalação de uma arena amovível para a realização de uma tourada na cidade, alegando violação do Plano Diretor Municipal (PDM).


Câmara de Viana garante que "não haverá tourada" por violação do PDM
A câmara de Viana do Castelo deduziu hoje oposição à decisão do tribunal que autoriza a instalação de uma arena amovível para a realização de uma tourada na cidade, alegando violação do Plano Diretor Municipal (PDM).
Em conferência de imprensa, o presidente da autarquia, José Maria Costa, afirmou estar "seguro de que não haverá tourada" a 19 de agosto, em Viana do Castelo, apesar da suspensão do indeferimento da autarquia à instalação da arena, pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga (TAFB).

"Estranhamente, o Tribunal, antes da decisão, não ouviu a Câmara Municipal, por entender ser de extrema urgência este assunto", apontou, acrescentando: "A realização desta corrida de touros, a acontecer, seria ilegal porque não há condições".

Segundo a oposição deduzida hoje mesmo pelo município, com regime de urgência, a instalação do recinto no local previsto, uma zona de emparcelamento agrícola junto à costa, configura um "desrespeito pelo ambiente e pelo ordenamento do território" e por isso foi indeferido a 02 de agosto.

Os terrenos em causa, na freguesia de Areosa, cidade de Viana do Castelo, estão classificados como Reserva Agrícola Nacional (RAN) e Reserva Ecológica Nacional (REN) e como tal não podem receber qualquer instalação do género, à luz do PDM, aprovado em 2008.

"Em Portugal vemos autarcas a perderem mandatos porque violam o PDM, nós tentamos cumpri-lo e surgem destas decisões. No entanto, estou convicto que o Tribunal vai perceber estes argumentos porque ainda estamos num Estado de Direito", disse José Maria Costa.

Além disso, acrescentou, para a realização desta tourada naquele local "teriam de ser ouvidas previamente" entidades como a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, a Administração da Região Hidrográfica do Norte e o Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade, o que não aconteceu.

Para além das questões legais, José Maria Costa mantém a declaração, aprovada em fevereiro de 2009 pelo executivo municipal, apenas com os votos favoráveis do PS, assumindo a cidade "antitouradas", em defesa dos direitos dos animais.

"Estamos perante manobras de diversão de algumas pessoas que ainda não perceberam que estamos no século 21 e que a sociedade, felizmente, libertou-se de algumas algemas de tradições do passado", sublinhou.

A decisão do TAFB foi tomada esta sexta-feira, após recurso, através de uma providência cautelar, apresentado pela organização desta tourada, a cargo da "Prótoiro" - Federação Portuguesa das Atividades Taurinas.

Na aceitação da suspensão da eficácia do indeferimento municipal, o TAFB levou em conta o "eventual obstáculo à Cultura, pois a tauromaquia goste-se ou não é uma manifestação cultural, como o teatro, a música e o circo", lê-se no despacho a que agência Lusa teve hoje acesso.

Além disso, na base da rápida decisão do tribunal, sobre a aceitação da providência cautelar, esteve o facto de a mesma "tutelar direitos, liberdades e garantias" e a necessidade da organização começar a instalar a arena amovível, com capacidade para 3.300 pessoas, seis dias antes do evento.

Entretanto, a autarquia, que revelou ter recebido nas últimas horas "centenas de mensagens de apoio", foi ainda confrontada, hoje, com a visita da direção da Plataforma para a Abolição das Corridas de Touros.

"Quero acreditar que o Tribunal vai recuar e que não haverá tourada em Viana do Castelo. Aliás, não ponho sequer a possibilidade de ela vir a acontecer", apontou Sérgio Caetano, dirigente daquela plataforma, que congrega meia centena de associações "antitouradas"

Acrescenta que a realização de touradas em Portugal "assenta numa exceção à Lei" que "não permite que os animais sejam maltratados", pelo que não admite que o mesmo aconteça com o ambiente.

"Não acredito que para a realização desta tourada, naquele local, se violem as normas ambientais e de ordenamento do território", disse ainda, demonstrando "total solidariedade" com o município de Viana do Castelo.


http://www.correiodominho.com/noticias.php?id=63532

http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2012/08/11/tribunal-autoriza-montagem-de-praca-de-touros-em-viana-do-castelo-recusada-pela-autarquia

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/corrida-de-touros-polemica-em-viana-do-castelo

http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/tourada-protoiro-viana-do-castelo-arena-tvi24/1367869-4071.html

http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2012/08/13/camara-de-viana-garante-que-nao-havera-tourada-por-violacao-do-pdm

http://visao.sapo.pt/tauromaquia-camara-de-viana-garante-que-nao-havera-tourada-a-19-de-agosto-por-violacao-do-pdm=f680984



Carta enviada por Paulo Borges - Presidente da Direcção Nacional do Partido pelos Animais e pela Natureza (PAN)
Lisboa, 14 de Agosto de 2012

Exmo Sr. Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo

Engº José Maria Costa

Em meu nome e enquanto presidente da Direcção Nacional do Partido pelos Animais e pela Natureza (PAN), venho manifestar o meu total apoio à sua firmeza na manutenção da decisão de não autorizar a realização de uma tourada, no dia 19, no município de Viana do Castelo, pelas razões legais apresentadas e por fidelidade à decisão do seu antecessor, o Dr. Defensor Moura, de declarar Viana do Castelo a primeira cidade livre de touradas e de espectáculos que impliquem sofrimento dos animais.

A recente tentativa da indústria tauromáquica estender estes espectáculos a regiões estranhas à sua tradição resulta do seu declínio nas regiões originalmente mais aficionadas e é a contra-ofensiva desesperada de uma minoria de lobbies que vêem esta actividade imoral cada vez mais abandonada e contestada pela população e apenas sobrevivente graças aos balões de oxigénio de uma iníqua canalização de dinheiros públicos para a sua promoção.

A luta contra a tauromaquia é transversal a orientações ideológicas e partidárias e congrega hoje todos aqueles que desejam construir uma sociedade livre de violência contra os mais fracos, sejam homens ou animais.O que está em causa é o progresso ético e civilizacional de Portugal.

Por todos estes motivos, reitero o meu inequívoco apoio à sua decisão e à firmeza de a manter e apelo às autoridades judiciais e aos poderes públicos para que não se deixem pressionar por manobras dos sectores que agem apenas por apego aos costumes mais retrógrados e cruéis da nossa vida colectiva e aos lucros e protagonismo social daí provenientes. Pelos mesmos motivos apelo também a que o apoiem as demais forças políticas, bem como todas as instituições que se assumem ao serviço da evolução ética, social e cultural.

Com os melhores cumprimentos

Paulo Borges

Presidente da Direcção Nacional do Partido pelos Animais e pela Natureza (PAN)



Carta Aberta da Plataforma pela Abolição das Corridas de Touros
PLATAFORMA PELA ABOLIÇÃO DAS CORRIDAS DE TOUROS | PORTUGAL
Lisboa, 13 de Agosto de 2012


Ex.mo Sr. Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo

Engº José Maria Costa

A Plataforma para a Abolição das Corridas de Touros, que congrega já cerca de meia centena de associações nacionais, surgiu em 2012 na sequência da iniciativa do Governo “O Meu Movimento”, realizada com o objectivo de eleger a causa mais popular em Portugal, onde a abolição das touradas foi claramente a causa mais votada pelos cidadãos portugueses.

Tendo tomado conhecimento da intenção de se realizar uma tourada no município de Viana do Castelo, onde não existe actualmente qualquer tradição tauromáquica, vimos por este meio manifestar o nosso apoio à posição tomada por essa edilidade municipal, porquanto representa uma vontade social inequívoca que defende uma evolução natural da sociedade portuguesa, abolindo estes espectáculos, à semelhança do que, aliás já sucedeu noutros municípios.

O reconhecimento por parte dos municípios portugueses do princípio de não-violência e existência livre de sofrimento injustificado dos animais neste tipo de espectáculos, revela-se fundamental para a consagração do novo paradigma civilizacional de uma sociedade mais ética e justa em respeito pelos direitos dos animais e do meio ambiente.

Os acontecimentos recentes, levam-nos às palavras do Historiador Paulo Varela Gomes "Que será preciso para acabar com a tradição da tourada? Que sobressalto do coração será necessário para despertar em nós a piedade pelos animais?", pelo que apelamos a Vª Exª que mantenha a centelha de Viana do Castelo acesa no baluarte da causa animal, contando com o apoio da Plataforma para a Abolição das Corridas de Touros, e o dos milhares de cidadãos que integram as associações que representamos.


Com os melhores cumprimentos,

Sérgio Caetano

Coordenador da Plataforma para a Abolição das Corridas de Touros



Autarquia de Viana do Castelo garante que não haverá tourada dia 19


CDS-PP quer referendar touradas em Viana do Castelo



Oposição à tourada em Viana soma meio milhar de mensagens de apoio em dois dias

A Câmara de Viana do Castelo recebeu, desde segunda-feira, mais de meio milhar de mensagens de apoio, de vários países, à oposição que está a fazer à realização de uma corrida de touros na cidade.

Segundo avançou hoje à agência Lusa fonte da autarquia, estas mensagens estão a chegar sobretudo por correio electrónico e, além de Portugal, são provenientes também de Espanha - inclusive da região da Catalunha -, México, Argentina, Costa Rica, Peru, Colômbia e Brasil.

A mesma fonte sublinhou mensagens de apoio recebidas do Movimento Internacional Anti-touradas e da direcção da Fundação Franz Weber, alemã e uma das mais activas na defesa dos direitos dos animais.

Em causa está a realização, neste domingo, de uma corrida de touros em Viana do Castelo, município que em 2009 adquiriu a Praça de Touros da cidade e que aprovou, no Executivo, uma declaração assumindo-se como “anti-touradas” e em defesa dos direitos dos animais.

A organização pertence à “Prótoiros”, federação que reúne as várias associações do sector tauromáquico em Portugal e que anunciou pretender “acabar com o regime de censura cultural” que diz existir no concelho há mais de três anos.

Entretanto, a Câmara deduziu esta semana oposição à decisão do Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga (TAFB), que autorizou a instalação da arena, alegando violação do Plano Director Municipal (PDM) se isso se concretizar.

O presidente da autarquia, José Maria Costa, afirma estar “seguro que não haverá tourada” em Viana do Castelo, apesar da suspensão do indeferimento da autarquia à instalação da arena, pelo TAFB, depois de uma providência cautelar interposta pela “Prótoiro”.

Segundo a oposição deduzida pelo município com regime de urgência, a instalação do recinto no local previsto, uma zona de emparcelamento agrícola junto à costa, configura um “desrespeito pelo ambiente e pelo ordenamento do território” e por isso o pedido foi indeferido a 2 de Agosto.

Os terrenos em causa, na freguesia de Areosa, cidade de Viana do Castelo, estão classificados como Reserva Agrícola Nacional (RAN) e Reserva Ecológica Nacional (REN) e como tal não podem receber qualquer instalação do género, à luz do PDM, aprovado em 2008.

Segundo a direcção da “Prótoiro”, a decisão do tribunal, de permitir a instalação da arena - o evento em si já está licenciado pela Inspecção-geral das Actividades Culturais e Sociedade Portuguesa de Autores -, foi tomada “já com conhecimento” dos motivos invocados pelo município para o indeferimento.

Além das questões legais, José Maria Costa mantém a declaração, aprovada em Fevereiro de 2009, apenas com os votos favoráveis do PS, assumindo a cidade “anti-touradas”.

São manobras de diversão. Infelizmente ainda não perceberam que não são bem-vindos a Viana do Castelo”, atirou ainda o autarca.


Mau tempo adia instalação de arena amovível em Viana
A instalação de uma arena amovível, em Viana do Castelo, para a corrida de touros do próximo domingo foi adiada para quarta-feira devido ao mau tempo que tem afectado o Alto Minho nas últimas horas.

“Esta arena foi montada para uma corrida de touros, curiosamente, em Ponte de Lima. Mas, devido à forte chuva que tem caído, tivemos de atrasar um dia o processo de desmontagem e transferência para Viana do Castelo, por questões logísticas”, explicou hoje à agência Lusa o presidente da Comissão Executiva da “Prótoiro”.

Segundo Diogo Costa Monteiro, esta arena, com capacidade máxima para 3.300 pessoas, já assegurou, em 2012, cerca de 20 corridas de touros, essencialmente em cidades do norte do país, e a sua transferência para Viana do Castelo está agora agendada para quarta-feira de manhã.

Recorde-se que a Câmara de Viana do Castelo já deduziu oposição à decisão do Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga (TAFB) que autoriza a instalação da arena, alegando violação do Plano Director Municipal (PDM).

O presidente da autarquia, José Maria Costa, afirma estar “seguro que não haverá tourada” em Viana do Castelo, apesar da suspensão do indeferimento da autarquia à instalação da arena, pelo TAFB.

Segundo a oposição deduzida pelo município com regime de urgência, a instalação do recinto no local previsto, uma zona de emparcelamento agrícola junto à costa, configura um “desrespeito pelo ambiente e pelo ordenamento do território” e por isso foi indeferido a 2 de Agosto.

Os terrenos em causa, na freguesia de Areosa, cidade de Viana do Castelo, estão classificados como Reserva Agrícola Nacional (RAN) e Reserva Ecológica Nacional (REN) e como tal não podem receber qualquer instalação do género, à luz do PDM, aprovado em 2008.

Contactada pela agência Lusa, fonte da PSP afirmou que “apenas” tem conhecimento da decisão de indeferimento municipal, comunicado pela Câmara, rejeitando antever qualquer reacção a tomar esta quarta-feira.

Nesta altura temos apenas uma comunicação de indeferimento. Uma coisa que está indeferida é porque não está autorizada. Se acontecer a instalação da arena naquela local vamos ter de avaliar o caso”, disse a mesma fonte.

Para Diogo Costa Monteiro, não deixa de ser “extraordinário” que “o único argumento invocado pelo presidente da Câmara que defende a cidade anti-touradas” sejam, afinal, “as questões ambientais”.

É a prova de que está ciente da ilegalidade que comete desde 2009”, apontou o responsável da “Prótoiro”.

Adiantou que a decisão do tribunal, de permitir a instalação da arena - o evento em si já está licenciado pela Inspecção-Geral das Actividades Culturais e Sociedade Portuguesa de Autores -, foi tomada “já com conhecimento” dos motivos invocados pelo município para o primeiro indeferimento.

Além das questões legais, José Maria Costa mantém a declaração, aprovada em Fevereiro de 2009 pelo executivo municipal, apenas com os votos favoráveis do PS, assumindo a cidade “anti-touradas”, em defesa dos direitos dos animais.


Câmara de Viana propõe associação de municípios para erradicar touradas em Portugal


Autarcas alentejanos contestam proposta de Viana do Castelo 'contra as touradas'


Tourada em Viana do Castelo é «provocação» ao povo
Autarca contra federação «Prótoiro», que insiste em realizar uma corrida no próximo domingo

O presidente da Câmara de Viana do Castelo, José Maria Costa, afirmou, esta quinta-feira, que a insistência da «Prótoiro» em manter a corrida de touros naquela cidade, neste domingo, constitui uma «provocação» ao povo do concelho.

«De certa forma é uma provocação ao povo de Viana do Castelo, que é simpático e acolhedor, mas que não gosta de ser invadido desta forma», afirmou à agência Lusa o autarca socialista.

A federação «Prótoiro» garante que a corrida de touros «vai acontecer» no dia e no local previstos e diz que «nem equaciona» procurar terrenos alternativos, apesar de a autarquia invocar violação do Plano Diretor Municipal (PDM) naquela instalação.

«Haverá corrida a 19 de agosto, neste local. Não temos dúvidas, porque se tivéssemos não teríamos feito este investimento», afirmou Diogo Costa Monteiro, dirigente da «Prótoiro».

Aquela federação, que reúne as várias associações ligadas à tauromaquia em Portugal, organiza esta tourada na cidade em que, desde 2009, por decisão do município, este tipo de espetáculo está proibido.

O autarca local confia no recurso apresentado para o Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga, sobre a instalação da arena, amovível, em terrenos protegidos da freguesia da Areosa e que, garante, configura «violação do PDM».

Segundo a autarquia, é aguardada uma decisão sobre o recurso durante o dia de sexta-feira. Se tal não acontecer, a corrida de touros poderá mesmo realizar-se, tendo em conta a autorização, de 10 de agosto, emitida pelo mesmo tribunal, que aceitou a providência cautelar da «Prótoiro».

«Estas pessoas não são bem-vindas a Viana do Castelo. É uma provocação que estão a fazer às nossas gentes e sobretudo na altura das nossas verdadeiras tradições, que são as festas da Agonia», apontou, por seu turno, José Maria Costa.

O autarca acrescentou ter «orgulho» por Viana do Castelo «fazer parte do grupo das cidades, no mundo, mais avançadas, do ponto de vista da sociedade e dos direitos dos animais».



Tourada polémica em Viana do Castelo

O presidente da Câmara de Viana do Castelo, José Maria Costa, afirmou que a insistência da "Prótoiro" em manter a corrida de touros naquela cidade, neste domingo, constitui uma "provocação" ao povo do concelho. "De certa forma é uma provocação ao povo de Viana do Castelo, que é simpático e acolhedor, mas que não gosta de ser invadido desta forma", afirmou à agência Lusa o autarca socialista.



Decisão do Tribunal Administrativo viabiliza tourada domingo em Viana do Castelo
Viana do Castelo, 17 ago (Lusa) -- O Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga viabilizou hoje a tourada de domingo em Viana do Castelo, ao dar cinco dias à organização para se pronunciar sobre os argumentos do município no recurso que este apresentou.

Na prática, esta decisão, divulgada hoje pela autarquia, permite a realização da tourada, na freguesia de Areosa, Viana do Castelo, organizada pela federação "Prótoiro", apesar de a Câmara insistir que a instalação daquela arena amovível foi feita em terrenos de "elevado valor paisagístico".

Além disso, a Câmara, no recurso interposto segunda-feira contra a primeira decisão do tribunal, que viabilizava a corrida de touros, alegava tratar-se de uma violação do Plano Diretor Municipal, que não permite a instalação de qualquer estrutura naqueles terrenos.


sexta-feira, 20 de julho de 2012

As touradas: Violência e Maltrato dos Animais



O touro "bravo" ou de "lide" não é agressivo. Estes animais são, por natureza, tão ou mais afáveis do que os cães. O Fadjen, um mediático touro "bravo", salvo de um ganadeiro Espanhol, é neste momento, um excelente exemplo de que a agressividade genética do touro, se encerra num mito propagandeado pela tauromaquia.

A etologia como ramo da zoologia, explica que o comportamento não é determinado pela genética, mas pelo ambiente e interacções do animal. Ou seja, independentemente das características genéticas, o seu comportamento será sempre condicionado, em última análise, pelo propósito e personalidade de quem os cria, tal como acontece com os cães.

Para os tornarem, não agressivos, mas mais reactivos de modo a que seja possível toureá-los (ou lidá-los), os ganadeiros criam-nos em sistema extensivo, com pouco contacto com humanos, sujeitando-os a duros "treinos" a todos os níveis, sendo os físicos, dignos de um atleta de alta competição e, de vez em quando, alguns morrem subitamente devido ao exagerado esforço a que são sujeitos.

Por vezes, os touros são drogados com Rompum e Calmivet, duas substâncias anestésicas que administradas em pequenas quantidades, causam um efeito calmante. Mas nem sempre a dose "certa" é bem calculada, levando a que alguns sucumbam à dose excessiva, mesmo antes de entrar na arena.

Há muito que a ciência provou o sofrimento do touro. Todos os seres sencientes, ou seja, os que possuem um sistema nervoso central, grupo do qual faz parte o ser humano, têm a capacidade de experimentar sofrimento físico e psicológico, tal como stress, medo, pânico, angústia e tristeza. Sofrem ainda traumas psicológicos e desenvolvem depressões, bem como afectos e constroem ainda relações com outros seres, incluindo o Homem.

Na capacidade de sentir, os animais não são diferentes do ser humano.
O touro "bravo" tem direito à sua integridade física e psicológica e principalmente tem direito a não ser utilizado como objecto de tortura para gáudio de uma minoria que nem sequer é representativa do povo português. À semelhança de tantas outras espécies, o touro poderá perfeitamente viver em liberdade e em paz no seu habitat, nem que seja em zonas protegidas, não sendo também por isso, aceitável o "argumento" da sua preservação como justificação da tauromaquia.

Não é portanto admissível que no século XXI, um país civilizado como Portugal, acolha ainda uma tradição que viola 90% (!) dos pontos considerados na Declaração Universal dos Direitos dos Animais da UNESCO:

1 - Todos os animais têm o mesmo direito à vida.
2 - Todos os animais têm direito ao respeito e à protecção do homem.
3 - Nenhum animal deve ser maltratado.
4 - Todos os animais selvagens têm o direito de viver livres no seu habitat.
5 - O animal que o homem escolher para companheiro não deve nunca ser abandonado.
6 - Nenhum animal deve ser usado em experiências que lhe causem dor.
7 - Todo o acto que põe em risco a vida de um animal é um crime contra a vida.
8 - A poluição e a destruição do meio ambiente são consideradas crimes contra os animais.
9 - Os direitos dos animais devem ser defendidos por lei.
10 - O Homem deve ser educado desde a infância para observar, respeitar e compreender os animais.

Mas não são apenas os direitos dos animais os que são violados pela tauromaquia.
A psicologia, a psiquiatria e a neurociência provaram que assistir a touradas provoca traumas psicológicos nas crianças, tornando-as tolerantes à violência gratuita e contribuindo para que se tornem adultos agressivos. Este foi um dos argumentos que levou à abolição das touradas na Catalunha, em Espanha, país onde a tradição é muito mais forte do que em Portugal, pela sua origem.


Estudos:

"Effects of Viewing Videos of Bullfights on Spanish Children"

J.L. Gran˜ a,1 J.A. Cruzado,1 J.M. Andreu1, M.J. Mun˜ oz-Rivas,1 M.E. Pen˜ a,1 and
P.F. Brain2n
Department of Clinical Psychology, Faculty of Psychology, Complutense University of Madrid, Spain.
2School of Biological Sciences, University of Wales Swansea, Swansea, SA2 8PP, United Kingdom.

"Animal Cruelty and Psychiatric Disorders"
Roman Gleyzer, MD, Alan R. Felthous, MD, and Charles E. Holzer III, PhD
"Animal Rights and Human Social Issues"
David A. Nibert1 WITTENBERG UNIVERSITY

"Associations Among Cruelty to Animals, Family Conflict, and Psychopathic Traits in Childhood"
Mark R. Dadds
University of New South Wales
Clare Whiting
Griffith University
David J. Hawes

NOTA: Contém partes da G. Reportagem SIC "Vermelho e Negro", de 2003 (autoria de Cristina Boavida, jornalista; Odacir Junior, repórter de imagem e Marco Carrasqueira, editor de imagem), mas poderão estar reeditadas e por uma ordem diferente da versão original/integral. A utilização das referidas imagens/partes na edição deste vídeo, foi autorizada.

domingo, 10 de fevereiro de 2008

"Taking the Face - Pega de Caras – A Tauromaquia em Portugal”

Do livro "Touradas", de António Maria Pereira que foi um defensor dos direitos dos animais em Portugal.
"O touro é um animal que nasceu para ser toureado… não temos culpa…
José Dias Paulo (embolador e fabricante de bandarilhas)
“Taking the Face: the portuguese bullfight” [Documentário] 2008

Entrevista com Juliusz Kossakowski
"Taking the Face – The Portuguese Bullfight" é apenas uma das obras artivistas exibida na programação do Artivist Film Festival na sua segunda passagem por Lisboa. O documentário, assinado pelo polaco Juliusz Kossakowski foi exibido na sessão de abertura(6 de dezembro 2008) e faz um retrato global da tourada portuguesa, vista pelos olhos de quem não a tem como tradição. O filme acompanha a viagem de um touro bravo desde o nascimento até à morte, explicando no seu decorrer alguns rituais polémicos da velha tradição.

Trailer

A tourada à portuguesa por um cineasta polaco

Filmado inteiramente em Portugal, é um mergulho no universo arcaico da tourada à Portuguesa. Desde o nascimento do touro à lide na arena, passando pela sangrenta formação dos matadores que nunca irão poder matar no seu próprio país; sem esquecer o colorido dos forcados que pegam touros de mãos nuas e peito aberto; os cavaleiros e os seus cavalos dançantes; o bizarro ritual do forcão, até desembocar no espectáculo brutal da tourada de Barrancos.


In the seventeenth century after the death of a young nobleman in a bullfight, the king of Portugal issued a decree requiring that the horns of a bull be sheered and covered before any bullfighting spectacle. Centuries later the killing of the bull in the ring was outlawed completely, thereby putting the finishing touches on the unique spectacle that is the Portuguese corrida.

Taking The Face is a full length documentary that explores the phenomenon of the Portuguese bullfight in all its forms, from the training of Matadors who may never kill in their own country, to the colorful Forcados who charge bulls head-on without weapons, to the costumed Cavaliers and their dancing horses, to the bizarre ritual of the Giant Fork, to the spectacle of Barrancos – the one brutal exception to the law prohibiting the killing of the bull in the arena. A world filled with contradiction, passion, faith and cruelty. Taking The Face follows the Touro Bravo from birth to death while exploring the rising polemic that may signal the tradition’s demise.

Chamaco: Taking The Face follows a young Matador in training – the eighteen year old “Chamco of Alenquer” - whose boyish demeanor and enthusiasm belie the grisly nature of his occupation, as he searches for bloody glory in the arena.

The Forcados: The jolly fraternity of costumed men whose objective is ‘to take the face’ of the bull, charging it head on in a bone-crunching duel that sends bodies flying in all directions.

The Tauro Bravo: Exploring the mythos around the famed bull, the object of so much attention and controversy, it’s origins and history; we follow the Tauro Bravo from its birth, through its idyllic existence in the wild, to the final twenty minutes of its life in the ring.

The Old Bullfighter: Jose Julio, a living legend and one of Portugal’s most famous Matadors, guides us through the process of training the matador and killing the bull, explaining the details of the peculiar passion that is the ‘corrida de morte’.

The Cavaleiro: The vainglorious, laughing Cavalier who rides the famed Lusitano horse in seventeenth century costume, pursuing the bull with brightly ribboned harpoons as he is cheered on by the crowd.

Aldeia da Pointe: A tiny village in the northern edge of Portugal where the festa of the forcao takes place in homage to Saint Anthony, an event that might have been conceived by Monty Python’s Flying Circus in which a giant multi-tanged wooden fork is manned by the village’s ex-patriate sons in a pitched battle with the sacrificial bull.

Barrancos: The outlaw state within a state and the only place in Portugal where the bull is still killed in the ‘ring’ in defiance of Portuguese law. This town with its colorful history and its citizens who are descendents of smugglers and brigands, still call for the blood of the Tauro once a year in their annual homage to the Virgin.

Taking The Face interviews the men and women, trainers, veterinarians, animal rights activists, aficionados, politicians, priests, ranchers, wranglers and bullfighters as it gives a colorful, in depth view of this controversial subject.


Se pensa que já viu tudo o que há para ver acerca das touradas... pense outra vez 
Veja o vídeo de apresentação de “Pega de Caras”, o mais autêntico documentário sobre o mundo das touradas em Portugal e que revela, pela primeira vez e de forma objectiva, aquilo que fica evidente: todo o culto de violência que gira em torno da tauromaquia

Pega de Caras – A Tauromaquia em Portugal” é um impressionante documentário sobre as touradas em Portugal que não deixará ninguém indiferente.

De forma objectiva, revela, como nunca antes, o mundo da tauromaquia, muitos dos seus elementos desconhecidos e – dirá quem é sensível ao sofrimento dos animais – o culto da violência contra animais que este mundo encerra.

Em “Pega de Caras”, poderá conhecer os testemunhos de aficcionados, toureiros, forcados e de outros agentes tauromáquicos acerca daquilo que os encanta e lhes interessa na actividade bárbara que é a tauromaquia.

Ao mesmo tempo, “Pega de Caras” apresenta os testemunhos de cientistas, filófosos e activistas dos direitos dos animais que deixam fortemente defendido o caso a favor da abolição das touradas.

Inteiramente filmado em Portugal e realizado pelos realizadores de Hollywood Matthew Bishop e Juliusz Kossakowski, “Pega de Caras”...

domingo, 30 de dezembro de 2007

Anti-touradas

Anúncio anti-tourada censurado em Portugal


- Isto? Isto são tradições antigas...   
- Já os avós dos nossos avós os faziam, faz parte da nossa herança cultural, dos nossos costumes. 
- Deixar de o fazer é renegar o nosso passado, a nossa história! 
- Além disso quem não gosta pode sempre olhar pro lado e não ver.  
- Mas por favor respeitem quem gosta destes costumes. Não vamos privar aqueles que apreciam só porque alguns discordam ou acham isto bárbaro!" 
O sofrimento NÃO pode fazer parte das nossas tradições!


Evento de Wrestling contra as touradas, uma colaboração entre a Associação Acção Animal e Wrestling Portugal, que ocorreu no dia 7 de Outubro de 2007, na Alameda D. Afonso Henriques, Lisboa